“Se Eu deixar de sofrer como é que vai ser para me acostumar...”
Se o sofrimento é a medida demasiadamente humana – como dizia um professor meu –Eu, humana que sou, não fugirei dele. Se há uma emoção que transborda em mim é a do sofrimento, a da tristeza, a da solidão. Essas coisas que me pertence tanto quanto a minha cama e a minha agenda. Essas coisas que são tanto Eu quanto mudar o tempo inteiro e passar horas na frente do espelho. Essas coisas tão presentes em mim quanto às minhas dores de cabeça, de ouvido e do coração ou quanto músicas românticas. Aceitar-me como Eu sou é aceitar que o sofrimento faz parte de mim.



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